Operação Modo Avião usa tecnologia capaz de detectar sinais de celulares em um raio de até 100 metros

A Operação Modo Avião, deflagrada pela Polícia Penal, esteve em oito estabelecimentos neste mês para identificar áreas com possível presença de aparelhos e direcionar as equipes para buscas e revistas.
Para a operação, é usada uma tecnologia capaz de detectar sinais de celulares em um raio de até 100 metros. Com isso, os policiais conseguem mapear pontos prioritários e direcionar procedimentos de revista e outras medidas de controle.
Além desse monitoramento de sinais de telefones, a corporação faz um pente-fino rotineiro para vistoriar celas, galerias e áreas de segurança.
Somente em 2026 foram realizadas 67 grandes operações de vistorias nos presídios do Estado. Em março deste ano, a Operação Modo Avião alcançou quatro presídios; em junho, duas e, agora em setembro, chegou a oito unidades.
“Nosso objetivo é evitar que as unidades sejam utilizadas como espaço de comunicação e articulação de organizações criminosas. Por isso, trabalhamos de forma permanente, unindo inteligência, tecnologia e procedimentos de controle. É um trabalho que fortalece a atuação da Polícia Penal dentro dos estabelecimentos e contribui para a proteção de toda a sociedade”, explicou o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini.
A iniciativa é realizada pela Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), por meio da GISP (Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário), em parceria com a DIPEN (Diretoria de Inteligência Penal) e a CGCINP/DIPEN/SENAPPEN (Coordenação-Geral de Contrainteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais).

