O pagamento de R$ 1,3 milhão em honorários advocatícios feito pelo município de Batayporã (MS) no último mês intrigou os vereadores do município.
Os nove vereadores, assinaram requerimento pedindo várias informações ao executivo. Essas informações tinham prazo de 15 dias para serem entregues.
Mas na sessão ordinária da Câmara, o vereador Germino da Roz (PR), denunciou que o executivo desrespeitou a Câmara e não repassou o pedido feito.
Preocupação
Ao fazer uso da palavra, o vereador demonstrou preocupação com o caso. Segundo Germino da Roz, foram pagos R$ 1,3 milhão, em duas parcelas a advogados, qual a Câmara ainda não sabe quem.
Mas não existia previsão para esse pagamento, alega o vereador. A dívida nem está escrito no resto a pagar da Prefeitura, desde o ano de 2013.
Pagamento na surdina
O vereador, alega que o pagamento milionário que totaliza R$ 1,3 milhão foi feito na surdina e agora a casa pede explicação detalhadas sobre os valores.
O pedido de explicação da casa é reforçado, por conta que, o executivo não debateu e nem apresentou esses valores na Audiência Pública. O montante é parte dos R$ 8 milhões repassados pela CESP, o ativo foi uma recomendação do Ministério Público.
A Companhia Energética de São Paulo, devia valores referentes a indenização ao Estado e ao município de Batayporã, por danos ambientais e sociais, causado pelo inundação do Lago da Usina de Porto Primavera.
Finalizando a fala, o vereador, pediu ao presidente da mesa, presidida pelo vice presidente da casa, vereador Cacildo Paião (PTB), para que sejam tomadas as devidas providências.
A cópia da recomendação da Câmara, pedindo para que o executivo não efetuasse o pagamento, e o pedido de informações teve cópia endereçada ao Ministério Público. (Vale do Ivinhema Agora)

