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Economia

MS tem 22 cidades com situação financeira difícil ou crítica

Prefeituras da Capital e de Coxim têm pior situação fiscal, enquanto Paraíso das Águas tem índice excelente

Por Caroline Maldonado | Campo Grande News

Mato Grosso do Sul tem seis prefeituras em situação fiscal crítica conforme o IFGF (Índice Firjan de Gestão Fiscal) referente ao ano de 2022, levantamento feito pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). Além de Campo Campo Grande com índice de 0.39, estão Coxim (0.39), Ladário (0.38), Dois Irmãos do Buriti (0.30), Paranhos (0.30) e Mundo Novo (0.18).

Outras 16 cidades estão em condição classificada como difícil, enquanto 57 municípios estão em estado bom ou excelente. Campo Grande foi classificada em último lugar no ranking da situação fiscal das capitais do Brasil.

As melhores – A prefeitura com melhor desempenho em todos os quesitos levantados pela Firjan é a de Paraíso das Águas (1.00). Em seguida, estão Brasilândia (1.00), Alcinópolis (0.97), Figueirão (0.97), Pedro Gomes (0.97), Corguinho (0.95), Santa Rita do Pardo (0.94), Água Clara (0.94), Bonito (0.93), Sonora (0.93) e São Gabriel do Oeste (0.90).
Prefeitura com melhor desempenho em todos os quesitos levantados pela Firjan é a de Paraíso das Águas (Foto: Divulgação/Prefeitura)
Prefeitura com melhor desempenho em todos os quesitos levantados pela Firjan é a de Paraíso das Águas (Foto: Divulgação/Prefeitura)

Também estão classificadas com excelente condição fiscal Camapuã (0.89), Maracaju (0.89), Novo Horizonte do Sul (0.89), Costa Rica (0.86), Chapadão do Sul (0.85), Paranaíba (0.85), Porto Murtinho (0.85), Três Lagoas (0.85), Caarapó (0.84), Antônio João (0.82), Bodoquena (0.82), Ribas do Rio Pardo (0.82), Inocência (0.80) e Taquarussu (0.80).

No topo do ranking das cidades com boa situação estão Ivinhema (0.79), Caracol (0.78), Iguatemi (0.78), Rochedo (0.78) e Aparecida do Taboado (0.77).

O IFGV é obtido a partir de um levantamento de dados de cada cidade e apresenta quatro índices: autonomia, que é a capacidade de financiar a estrutura administrativa; a gestão com pessoal, que se refere ao grau de rigidez do orçamento em relação a gastos com servidores; liquidez, que aponta o cumprimento das obrigações financeiras; e os investimentos, que mostra a capacidade de gerar bem-estar e competitividade.

Para cada índice há uma pontuação que varia entre 0 e 1. Quanto mais próxima de 1, melhor a situação fiscal do município e quanto menor, pior é o desempenho.

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Fonte: Firjan / Arte: Lennon Almeida

Brasil – No país todo, 41,9% das prefeituras estão em situação difícil ou crítica, enquanto 58,1% têm condições boas ou excelentes. As regiões Norte e Nordeste são as com maior número de cidades em pior situação. Centro-Oeste, Sudeste e Sul têm mais municípios com boas condições de gestão fiscal.

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