Chapa encabeçada pelo prefeito eleito já fez a defesa do pedido de cassação e agora tem mais uma representação para responder, dessa vez o pedido de desaprovação das contas de campanha (Foto: Arquivo/Vale do Ivinhema Agora)
O promotor de Justiça Eleitoral, titular da 5ª Zona Eleitoral, Willian Marra Silva Júnior, requereu no último dias 10, à Juíza Eleitoral, a desaprovação das conta do prefeito eleito de Nova Andradina (MS), Dr. Leandro Luiz Ferreira Fedossi, do PSDB.
O representante do Ministério Público Eleitoral por meio de investigação, descobriu que, pelo menos o valor de R$ 1.728,72, teria sido gasto pela campanha do candidato.
E por sua vez esse valor não teria sido contabilizado e declarado à Justiça Eleitoral na prestação de conta.
O que no entender do MPE caracteriza abuso de poder econômico e omissão na declaração de gasto. O montante serviu para custear uma passagem área.
Essa passagem foi utilizada por uma pessoa que viajou á Nova Andradina com a finalidade de ajudar e reforçar a campanha do tucano Leandro Fedossi. Ele acabou ganhando a eleição.
Mais irregularidades
Sem contar que não foi comprovada a remuneração do serviço de criação de jingles realizado conforme o MPE, pela pessoa de Murilo César Carneiro da Silva. Ele é um dos representados.
O Ministério Público Eleitoral diz ainda que, tais circunstâncias violam a regularidade e a lisura da prestação de contas, dificultando o efetivo controle, por parte da Justiça Eleitoral, sobre a licitude da movimentação dos recursos de campanha. Em decorrência disso, as omissões e falhas da prestação de contas sob exame
Em decorrência disso, as omissões e falhas da prestação de contas sob exame não asseguram que a campanha política tenha sido desenvolvida de forma límpida, com a garantia do equilíbrio da concorrência, conforme a representação do Ministério Público Eleitoral.
A chapa do Dr. Leandro, que teve o vereador Ariaon Aislan como vice já esta sendo processada por uso indevido de meio de comunicação social e desinformação.
Por meio da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE). Ela tem 412 páginas e já teve esgotado o prazo para a apresentação da defesa.
Os investigados, que ainda não foram diplomados, são acusados de irregularidades graves na campanha eleitoral, conforme o MPE. (Vale do Ivinhema Agora)

