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Saúde

Hospitais recebem 11 sistemas de vídeo para cirurgias em MS

Equipamentos custaram R$ 3.893.500,00 e foram comprados pela SES

 

Por Cassia Modena | Campo Grande News

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Equipe usa sistema pela primeira vez em hospital de Chapadão do Sul (Foto: Divulgação/Hospital)

Neste mês, hospitais do interior de Mato Grosso do Sul que atendem pelo SUS (Sistema Único de Saúde) receberam 11 sistemas completos de videolaparoscopia, também conhecidos como torres de vídeo rígidas. Eles foram adquiridos por R$ 3.893.500,00 pela SES (Secretaria Estadual de Saúde)

Hospitais do interior de Mato Grosso do Sul receberam 11 sistemas de videolaparoscopia, cada um avaliado em R$ 500 mil, totalizando R$ 5,5 milhões. Os equipamentos, entregues pela Secretaria Estadual de Saúde, beneficiam instituições em cidades como Coxim, Chapadão do Sul e Dourados. Esses sistemas permitem cirurgias minimamente invasivas, reduzindo tempo de recuperação e risco de infecção. Em Coxim, por exemplo, já foram realizadas 32 artroplastias de joelho e 30 de quadril, além de 103 remoções de vesícula biliar. Em Chapadão do Sul, o sistema foi usado pela primeira vez em uma cirurgia de remoção do útero. Os recursos para a compra vieram de verbas estaduais e federais, incluindo emendas parlamentares.

As entregas foram feitas em instituições de Aquidauana, Costa Rica, Coxim, Maracaju, Nova Andradina, Paranaíba, Dourados, Três Lagoas, Ponta Porã, Chapadão do Sul e Rio Brilhante.

No Hospital Municipal de Coxim, por exemplo, o sistema já é utilizado desde 2023. Ele permitiu 32 cirurgias de artroplastia de joelho e 30 na artroplastia de quadril entre 2024 e 2025. Esse tipo de operação mexe nas articulações do paciente. Além disso, deu suporte a 103 remoções de vesícula biliar por videolaparoscopia de 2023 a 2025.

Já o Hospital Municipal de Chapadão do Sul pôde realizar, pela primeira vez, uma cirurgia de remoção do útero por videolaparoscopia.

Os sistemas – Os equipamentos permitem que dispositivos de imagem sejam usados em cirurgias minimamente invasivas, resultando em menor tempo de recuperação, menor risco de infecção e redução do tempo de internação.

Os recursos para a compra dos equipamentos vieram da esfera estadual e federal, viabilizados por meio de propostas previamente cadastradas e emendas parlamentares.

Cada torre é composta por câmera de alta definição, monitor, fonte de luz, insuflador e demais componentes que formam o sistema.

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