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MS tem maior alta de combustíveis em 8 anos e diesel deve ser o mais afetado, diz Sinpetro

Em Mato Grosso do Sul, as oscilações já são sentidas

Jennifer Ribeiro – Midiamax
Frentista abastece carro em posto de combustível. (Foto: Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)

O preço do petróleo no mercado internacional disparou com o aumento das tensões e dos conflitos no Oriente Médio. Consequentemente, a alta foi sentida em diversos países, inclusive no Brasil. Em Mato Grosso do Sul, as oscilações já são sentidas.

Segundo Edson Lazarotto, presidente do Sinpetro-MS (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul), desde o início dos conflitos, o barril de petróleo subiu de US$ 62 para mais de US$ 100. Assim, o reflexo foi imediato.

“As distribuidoras não só reajustaram seus preços, como também entraram em adequação de produtos, principalmente o diesel”, explica.

Segundo o presidente, Mato Grosso do Sul não registrava um aumento tão expressivo no preço dos combustíveis desde 2018, quando ocorreu a greve dos caminhoneiros.

“O preço está extremamente volátil. Cada nova situação no conflito impacta diretamente no preço do barril de petróleo”, acrescenta. Isso significa que, nas próximas semanas, é possível que os valores nas bombas aumentem ainda mais.

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