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Presos pela Lama Asfáltica, empresário e ex-secretário estão em liberdade

O habeas corpus foi concedido na terça-feira (4) pelo TRF3 da 3ª Região, segundo José Wanderley Bezerra, que defende Cance; João Baird continua preso

Ex-secretário, André Luiz Cance, ao deixa o Centro de Triagem Anízio Lima no dia 16 de maio do ano passado, quando foi preso na quarta etapa da Lama Asfáltica, batizada de Máquinas de Lama (Foto: André Bittar/Arquivo)
Ex-secretário, André Luiz Cance, ao deixa o Centro de Triagem Anízio Lima no dia 16 de maio do ano passado, quando foi preso na quarta etapa da Lama Asfáltica, batizada de Máquinas de Lama (Foto: André Bittar/Arquivo)

Presos no dia 27 de novembro na Operação Computadores de Lama – a 6ª fase da Lama Asfáltica –, o ex-secretário-adjunto de Fazenda, André Luiz Cance, e o empresário Antônio Celso Cortez já estão em liberdade. O também empresário João Baird continua preso.

O habeas corpus foi concedido na terça-feira (4) pelo TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), segundo José Wanderley Bezerra, que defende Cance. O advogado ainda não pediu a liberdade de Baird.

Bezerra explica que o processo tramita em sigilo e que por isso, só pode adiantar que alegou não existir motivos para decretar a prisão do cliente. Ele também soube que a defesa de Cortez foi vitoriosa no Tribunal, mas não sou dar informações sobre a situação do pecuarista Romilton

Rodrigues de Oliveira, o terceiro alvo de mandado de prisão preventiva desta etapa da operação.
Como a ação está em segredo de Justiça, pelo sistema de consulta processual on-line do TRF3 não é possível encontrar o conteúdo da decisão.

 

Policiais federais chegando à sede da PF, no dia 27 de novembro, com material apreendido (Foto: Marina Pacheco/Arquivo)
Policiais federais chegando à sede da PF, no dia 27 de novembro, com material apreendido (Foto: Marina Pacheco/Arquivo)

Computadores de Lama – Nesta 6ª fase, a força-tarefa – formada pela PF (Polícia Federal), CGU (Controladoria-Geral da União) e Receita Federal – investigou o uso de empresas do ramo de informática para o pagamento de propinas e também para lavar dinheiro. Antônio Cortez e João Baird são os donos das empresas investigadas.

A apuração aponta ainda o envio de valores clandestinamente para o exterior e o uso de “laranjas” para ocultar patrimônio adquirido com dinheiro desviado dos cofres públicos.

O desvio se dava por meio da compra fictícia ou ilegal de produtos de informática e contratos simulados, conforme a investigação.

No dia 27 de novembro, uma terça-feira, a PF, a CGU e a Receita Federal foram às ruas na manhã de ontem para cumprir 4 mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão em Campo Grande, Jaraguari, Dourados e Paranhos.

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