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Batayporã moderniza ações de combate à dengue e inicia implantação do Projeto Ovitrampas

 

Seguindo as Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas de 2025, a Prefeitura de Batayporã, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu início à implantação do Projeto Ovitrampas, uma metodologia moderna de vigilância entomológica voltada ao monitoramento da proliferação do mosquito Aedes aegypti.

A iniciativa representa um avanço significativo no controle de vetores no município, ao adotar armadilhas específicas que permitem identificar, de forma antecipada, áreas com maior risco de infestação, possibilitando ações mais rápidas e eficazes por parte do poder público.

O projeto encontra-se em fase de implantação, etapa que envolve o planejamento dos pontos estratégicos e a preparação técnica das equipes. Os Agentes de Combate às Endemias (ACE), juntamente com a coordenação da Vigilância em Saúde, já passaram por capacitações específicas sobre a metodologia, incluindo a correta instalação das armadilhas e a análise dos dados coletados.

Além da capacitação técnica, Batayporã já recebeu acesso ao aplicativo oficial de gestão do Projeto Ovitrampas. A ferramenta permitirá a digitalização dos dados em tempo real, substituindo registros manuais e gerando mapas de calor que indicam com precisão os focos de reprodução do mosquito, antes mesmo do aumento dos casos de dengue, zika ou chikungunya.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Leticia Sanches, o projeto vai além da simples instalação das armadilhas. “Não se trata apenas de colocar ovitrampas, mas de interpretar corretamente as informações que elas fornecem. Nossa equipe está treinada e equipada com tecnologia para atuar de forma mais precisa. Estamos ajustando os últimos detalhes para garantir que o monitoramento cubra as áreas prioritárias do município com eficiência”, destacou.

Durante a fase de implantação, a população poderá perceber uma movimentação diferenciada das equipes de saúde, que atuarão no mapeamento dos imóveis que receberão as armadilhas, na instalação dos dispositivos e no monitoramento digital das informações coletadas.

A coordenação da Vigilância Entomológica reforça a importância da colaboração dos moradores neste processo. Ao receber um agente devidamente identificado, a orientação é permitir a instalação da armadilha e não manusear o equipamento, garantindo a eficácia do monitoramento.

 

Foto: Ualisson Noronha/SESDF

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