Acima um ponto bastante perigoso na MS-473, no município de Taquarussu, imagens captada no dia 21 de junho
Por meio do primeiro termo de aditivo número 0042/2022, A Agesul (Agencia Estadual de Gestão e Empreendimentos), elevou de R$ 13.438.054,01 para R$ 16.502.074,74, o contrato com a Construtora Alvorada. Fato ocorrido no dia 04/-07/2022.
O aumento será na ordem de R$ 3.064.020,73, e o contrato é por um período de 12 meses. A Construtora atua na manutenção e conservação das estradas e rodovias pavimentada e não pavimentada da malha viária da 9ª Residência da Agesul de Nova Andradina.
Má conservação
É importante ressaltar que, apesar destes valores milionários em questão, as estradas e rodovias da região estão sempre em má conservação.
Em quase todas as vias, o que vê são apenas serviços paliativos, como tapa buracos e outras ações emergenciais. A anos não é feito um serviço a altura dos valores que a empresa recebe mensalmente do Governo do Estado, por meio da Agesul.
Pelos valores praticados, as rodovias que cortam o Vale do Ivinhema, teriam que estar em melhor estado de conservação. Mas nunca estão. E a cada dia mais buracos surgem na região.
Um exemplo é contorno rodoviário de Nova Andradina, na sua segunda alça. Principalmente na cabeceira da ponte do Córrego Umbaracá. Já a alguns dias interditado para mais uma manutenção. Sob muita reclamação de autoridades e da população.
Péssimas condições


Ma rodovia MS-473, entre Nova Andradina e Taquarussu existem inúmeros buracos, placas de sinalização caídas e abandonadas e pontos críticos a espera de uma solução.
O mesmo ocorrendo na MS-141 entre Ivinhema e a rotatória de acesso ao Município de Novo Horizonte do Sul. Muitas imperfeições na pista e buracos oferecendo perigo.
Sem contar com o trecho entre Angélica e Ivinhema. Buracos, borrachões e a ausência de sinalização. Quem passa pela rodovia enfrenta este problemas e em vários casos contabilizam prejuízos. (Vale do Ivinhema Agora)

