Alem do ataque ao meio ambiente, lixão também produz fumaça tóxica quase que diariamente (Foto: João Roberto Melo)
A situação por que passa o chamado lixão de Anaurilândia (MS), vem a cada dia que passa ganhando mais espaço nas mídias e redes sociais do município e região.
Desde o ano passado, o caso é levado a público. Sem que haja uma providência por parte dos órgãos de direito, como diz o ativista João Roberto Melo.
Após vários vídeos postados nas redes sociais, João Roberto Melo, diz que a população não suporta mais o descaso e abandono e deve acionar as autoridades competentes.
Anaurilândia tem uma população estimada em 7.653 moradores, conforme dados do Censo 2022. E ainda não possui aterro sanitário.
Segundo ainda o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apernas 22,33% da população é atendida com esgotamento sanitário.
Saúde Pública
O caso já é tratado como de saúde pública. Devido à extremidade que vem tomando. Ossos e carcaças de animais são jogados a céu aberto e encontrado facilmente no lixão.
E todos os outros tipos de detritos são encontrados lançados ao solo. Existem indícios de que o chorume destes descartes pode vir a contaminar o lençol freático.
João Roberto de Melo, também constatou casos flagrante de contaminação ao Meio Ambiente recorrentes, e sem perspectivas de cessar.
Nos próximos dias o ativista deve voltar a carga e levar tudo ao conhecimento das autoridades competentes, objetivando que se haja em um curto prazo a destinação correta para o lixo que é produzido em Anaurilândia. (Vale do Ivinhema Agora)

