Nos últimos quatro meses, Governo Federal liberou para a população 46 quilômetros de pista recuperada na rodovia sul mato-grossense
O trabalho para melhorar as condições de trafegabilidade da malha rodoviária no Mato Grosso do Sul não param. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes concluiu, nesta quarta-feira (04), a revitalização de 16,3 quilômetros ao longo da BR-267/MS. As obras fazem parte de um contrato de manutenção e os técnicos da Autarquia realizaram a aplicação de micro revestimento no pavimento, após a execução de reparos superficiais e profundos na rodovia federal.
Com um investimento nesse trecho liberado de aproximadamente R$ 2.500.000,00, o empreendimento está localizado entre o km 182,8 ao km 189 e do km 222,9 ao km 233, entre o município de Nova Alvorada do Sul e o distrito de Casa Verde, em Nova Andradina.
Com essa entrega, nos últimos quatro meses, o Governo Federal finalizou 46,3 quilômetros de pista recuperada na BR-267/MS. Isso porque em maio, o DNIT concluiu um trecho de 15 quilômetros na rodovia federal: do km 169 ao Km 174; do km 176 ao km 183; e, por fim, do km 201,5 ao km 205,5. Já em junho foram outros 15: do km 507 ao km 517,5 e do km 521 ao km 525,5.
A BR-267/MS consiste em uma rodovia federal transversal, que se inicia no Mato Grosso do Sul, na divisa com São Paulo, no início da ponte sobre o rio Paraná (Ponte Maurício Joppert) e termina na fronteira do Brasil com o Paraguai, em Porto Murtinho (MS).
Estando totalmente implantada, a rodovia se torna uma importante rota de ligação do Mato Grosso do Sul ao litoral sudeste brasileiro. Também assume importância devido aos entroncamentos com rodovias federais importantes como, por exemplo, a BR-163, a BR-060 entre outras. Além de relevantes rodovias estaduais do Mato Grosso do Sul.
Rota Bioceânica – A cidade de Porto Murtinho é o local onde, por meio do acordo Binacional entre Brasil e Paraguai, existe estudos de implantação da Ponte Internacional sobre o Rio Paraguai. O empreendimento, implantado, tem o intuito de promover a Rota Bioceânica, que ligará Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.

