Ex-governador foi terceiro colocado no primeiro turno; Puccinelli ficou preso por cinco meses acusado de corrupção
O presidente do MDB também emitiu um comunicado com a mesma informação.
Os candidatos também derrotados no primeiro turno, Rose Modesto, do União Brasil e Marquinhos Trad, do PSD, já haviam dito que apoiam o capitão.
PUCCINELLI
“Continuo reverenciando minha filha Campo Grande e a todos os municípios sul-mato-grossenses. Entendendo que a renovação ficou espelhada no sentimento popular de Mato Grosso do Sul”, afirmou Puccinelli, que ficou na terceiro posição no primeiro turno, atrás de Riedel e Contar, com 17,18% dos votos válidos (247.093).
Seguiu o emedebista: “em razão disso, venho manifestar minha esperança no programa de governo do Capitão Contar, e por isso, peço aos nossos correligionários que a mesma esperança que eu André tenho a ratifiquemos através de votação maciça no Capitão Contar”.
COMANDO DO MDB
O presidente regional do MDB, Junior Mochi, que elegeu-se deputado estadual, também emitiu uma nota de apoio ao candidato do PRTB:
“O MDB, através da maioria de seus membros, manifesta o desejo de acompanhar o projeto de candidatura do Capitão Contar ao Governo do Estado, respeitando as decisões individuais divergentes, por entender que é o que melhor representa o sentimento de renovação que anseia o povo sul-mato-grossense”.
Em 2018, Puccinelli e um dos filhos foi preso no âmbito da Lama Asfáltica, operação da Polícia Federal deflagrada para combater um esquema de corrupção. Um dos motes da campanha do candidato do PRTB é justo o ataque à corrupção.
Até o fechamento deste material, o capitão Contar ainda não tinha se manifestado sobre o apoio recebido.

