Juliano Ferro rechaçou ter pedido propina em licitação da Festa da Mandioca (Foto: Arquivo/Vale do Ivinhema)
O Prefeito de Ivinhema (MS), Juliano Ferro (PSDB), exercendo o seu segundo mandato, conhecido também como o “prefeito Mais louco do Brasil”, usou as redes sociais na semana passada, para desmentir um empresário do setor de entretenimento, de ter pedido uma propina de R$ 200 mil.
O Prefeito disse ainda que, o empresário teria também acusado o seu Secretário de Educação, de ter pedido R$ 80 mil, de propina. O que ele rechaçou logo no início do vídeo gravado para dar a sua versão. Uma vez que a fala do empresário ganhou a mídia estadual
Ferro disse que o empresário teria sido desclassificado de uma licitação. O certame seria para contratar banheiros e palco. Essa estrutura iria servir a Festa da Mandioca.
Esse evento foi tradicional no município em décadas passadas e vem sendo resgatado pelo atual prefeito.
O alcaide disse que o empresário primeiro teria procurado o Ministério Público. Lá denunciou o fato de ter sido desclassificado da licitação. Onde reclamou ilegalidade.
Mas em seguida, o empresário procurou uma site de Campo Grande onde fez a denúncia sobre o pedido de propina.
O que levou o chefe do executivo agravar um vídeo. “As penalidades vão vir, porque eu já estou com o corpo jurídico pronto, para entrar contra o empresário e o site.
“Vergonhosamente eu quero saber da onde que o site tiro isso, falar que nós pedimos R$ 280 de propina, sendo que o serviço contratado foi de E$ 160 mil”.
Depois de rechaçar a informações e dizer que vai pedir indenização por danos morais e outros tipo de penalização, o prefeito alegou que estão querendo acabar com a sua carreira política. E culpa isso a ‘fogo amigo’.
Juliano Ferro diz que não é bobo e sabe de onde está vindo esse tipo de coisa.
Economia
Finalizando o alcaide alegou que depois de desclassificar a empresa do denunciante, ele aderiu a uma ata visando a contratação dos serviços, com o intuito de economizar para o município.
Os desdobramentos deste episódio, só vai acontecer depois das denúncias chegarem ao Ministério Público e a Justiça. (Vale do Ivinhema Agora)

