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Política Saúde

Surto de COVI-19 em Batayporã gera Moção de Repúdio à Câmara

Raul Sãovesso, presidente do Fórum Permanente dos Usuários de Saúde de Batayporã 

 

O surto de COVID-19 que vem se alastrando em Batayporã (MS) resultou em uma Moção de Repúdio em desfavor da Câmara de Vereadores.

A Moção de Repúdio vai ser expedida pelo Plenário do Conselho Municipal de Saúde. Aprovada por todos os Conselheiros.

A informação foi postada a pouco em uma rede social, pelo presidente do Fórum, ativista Raul Sãovesso, em decorrência do grande transtorno que o surto vem provocando.

Raul Sãovesso também é presidente da Mesa Diretora do Conselho Municipal de Saúde.

“Nós deliberamos que vai ser feito uma nota, uma Moção de Repúdio à Câmara de Vereadores”, disse Raul.

Ele informou ainda que a Moção incluiu os vereadores e os servidores da Casa.

“Temos observado vídeos, que alguns vereadores são relapsos com os cuidados relacionados ao contágio”, pontuou o presidente.

Essa Moção vai servir para que a população possa refletir, quando ao uso de máscaras e álcool gel.

Fiscais

O presidente, também informou em rede social, que foi cobrado a atuação dos fiscais nas ruas.

Raul Sãovesso denunciou que por um período de três meses, o município ficou sem nenhum fiscal na rua.

Em detrimento de vários casos acontecendo sem que houvesse providências por parte do setor competente.

Epidemia na Câmara

O presidente do Fórum esclareceu o surto de COVID-19 na Câmara. Pontuando como sério o ocorrido.

O Conselho foi informado pela Secretária de Saúde, que, houve descaso por parte de um vereador.

O vereador já identificado pelas autoridades tinha dois casos positivos de COVID-19 na família. Esposa e filha, disse o representante do Conselho.

Teria sido orientado a cumprir sete dias de isolamento. Desrespeitou as orientações recebidas.

Participou da sessão ordinária da Câmara normalmente. No dia seguinte viajou a Campo Grande.

A Câmara ainda não informou a agenda do vereador na Capital. Nem se foi expedida valores em diárias em favor do edil.

“Mesmo sabendo que tinha que ficar em casa, mesmo sendo orientado o vereador foi para a sessão, inclusive sem máscaras”, disse Raul.

Raul disse que o vereador pode ter disseminado o vírus na Câmara. Mas por sua vez alertou ele, que não é hora de jogar pedras.

É hora de se unir, de tentar reverte a situação. “É hora de nos unirmos em oração”, finalizou Raul.

 

 

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