Cabeleireiro Lefinha viu jovem pedalando de bicicleta mas no portão do Cemitério desapareceu (fotos: Anaurelino Ramos)
O cabeleireiro Rosalvo Rodrigues, da cidade de Batayporã (MS), também conhecido por Lefinha, ficou perplexo na manhã de quinta-feira, 07 de agosto ao se aproximar do Cemitério Municipal Santo Antônio.
Era por volta das 7h da manhã. Lefinha seguia pela estrada do Cemitério. A mais ou menos 150 metros do Campo Santo, surgiu uma moça de bicicleta atrás do seu carro.
Como trafegava a 30 km por horas na estrada vicinal a moça ameaçava passar pelo carro.
Quando dava passagem ela não ultrapassava e também não diminuiu as pedaladas.
Chegando no Cemitério, como levava materiais de construção no carro a fim de ser usado na construção de um túmulo Lefinha parou no segundo portão.
A moça que aparentava ter 19 anos mais ou menos e vestia um short jeans e blusa branca, parou a bicicleta no primeiro portão, que da acesso ao Cruzeiro.

Daí não foi mais vista. nem ela e nem a bicicleta. Ainda surpreso, Lefinha chegou a caminhar em direção a primeira entrada no sentido de voltar a visualizar a moça. Sem obter êxito.
Ficou sozinho no Campo Santo. Ocorre que, logo atrás vinha o Pedreiro Jaita.
Quando perguntou se tinha visto a moça de bicicleta. O pedreiro disse não ter visto nada. Deixando o clima mais pesado ainda.
Voltou a aparecer

O pedreiro passou o dia trabalhando na finalização do túmulo com aquilo na cabeça. E por volta das 16h30, foi a vez de ele ver a moça com as mesmas características.
O pedreiro trabalhava normalmente. Quando duas mulheres que faziam caminhada adentraram ao Cemitério.
Conversaram com ele e retornaram para a estrada. De repente surgiu a moça do nada. Desta vez estava de blusa vermelha. E tinha também o cabelo vermelho.
Ela veio em meio aos túmulos. Parou um pouquinho onde o pedreiro estava trabalhando. Olho nele, não falou nada e seguiu em direção aos fundos do Campo Santo.
Ainda chegou a andar por uma das ruas. Contou o pedreiro que também não conseguiu avistar mais a moça. Mesmo olhando por todos os quatro cantos do Cemitério.
Perguntado, ambos acreditam ser o espírito de alguma jovem necessitando de orações. E prometeram orar por ela.
O Pedreiro Jaita vai trabalhou ainda até as 17h para terminar o túmulo. E perplexo com o acontecimento deixou o local. (Vale do Ivinhema Agora)

