Rafael Azambuja (ao centro), Kaio Fernando, proprietária da 67 Leilões, Emilene Ribeiro Gonçalves de Albuquerque, Dr. José Luiz Varela (diretor Social da Associação Juliano Varela, colaboradores e alunos
Em leilão, a ser transmitido neste sábado (2), ao vivo, pela TV 67 Leilões, a partir das 14h, o criador Rafael Azambuja, vai leiloar a sua égua Princess Ren Lena.
Uma quarto de milha, de pura linhagem de pelagem pelagem Rosilho. Toda a renda do arremate, será repassada a associação Juliano Varela.
A entidade atende há 31 anos, pessoas com Síndrome de Down, Autismo, Microcefalia e outras deficiências intelectuais.
Sempre oferecendo atendimento médico, ações de inclusão social e educacional.
Visita:
O doador Rafael Azambuja, esteve acompanhado de Kaio Fernando e da proprietária da 67 Leilões, Emilene Ribeiro Gonçalves de Albuquerque, em visita a unidade II da Associação Juliano Varela.
Onde conheceram de perto as dependências da instituição, conhecendo o trabalho dos colaboradores, e dos serviços oferecidos aos assistidos.
O diretor social Dr. José Luiz Varela, em nome da presidente Malu Fernandes agradeceu a presença dos visitantes e enalteceu a pessoa de Rafael Azambuja pela doação, e ressaltou: “nos sentimos muito honrados pelo grande gesto do produtor Rafael, sabemos o quanto a iniciativa privada pode contribuir com nós do 3º setor, mas poucos tem a coragem que ele está tendo, tirando parte do seu lucro para investir na nossa associação, é uma grande forma de reconhecimento do nosso trabalho prestado para a sociedade, gestos como esses nos dão forças para continuar batalhando em prol da melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiência”
Breve histórico da Associação Juliano Varela
A Associação Juliano Varela foi fundada em 28 de janeiro de 1994, em Campo Grande, MS, por Maria Lúcia Fernandes (Malu). O objetivo da associação é promover programas para o pleno desenvolvimento de pessoas com Síndrome de Down, Autismo, Microcefalia e outras deficiências intelectuais, oferecendo atendimento médico, ações de inclusão social e educacional.
A iniciativa surgiu após Malu encontrar dificuldades em matricular seu filho, Juliano, que nasceu com Síndrome de Down, em escolas regulares devido ao preconceito. (Assessoria de Imprensa)

